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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Meditar, por quê não?

Olá pessoal!

Em 09 de abril de 2016, dediquei um post para falar sobre a meditação da atenção plena, quem lembra?  Naquela ocasião, falei sobre alguns estudos científicos realizados na Holanda e nos Estados Unidos que demonstravam que a prática auxiliava o tratamento de diferentes problemas de saúde e indiquei alguns cursos, como o da Sociedade Vipassana aqui em Brasília.




Há quinze dias tive a oportunidade de participar do Curso de Meditação para Iniciantes oferecido pela Sociedade Vipassana, com duração de nove horas, dividido em três encontros (sexta à noite, sábado e domingo pela manhã). A experiência foi muito enriquecedora!

Logo no início, me surpreendi com a quantidade de pessoas interessadas em aprender sobre meditação, a sala estava cheia, com mais de cem alunos, em plena sexta-feira à noite! E a aula começou pontualmente às 19:30 h, o que é raro de se ver em Brasília!

De cara, nosso instrutor começou desfazendo alguns mitos sobre a prática da meditação: ao contrário do que muita gente pensa, e eu mesma falei aqui no blog, meditar não quer dizer parar de pensar ou controlar nossos pensamentos!

Na essência, meditar é treinar sua mente para direcionar sua atenção de forma intencional para coisas neutras ou positivas, ao invés de coisas negativas. Dessa forma, você reduz o seu sofrimento e conseqüentemente, experimenta maior felicidade...

E  por quê isso acontece? Porque a nossa realidade é moldada a partir da nossa experiência, ou por aquilo que escolhemos colocar a atenção. Acho que todo mundo já esteve em algum lugar maravilhoso que não curtiu muito porque estava chateado com alguma coisa ou com alguém, e deixou de apreciar o momento!

Para aprender a focar nossa atenção, temos que treinar a mente, assim como quem vai para a academia cuidar do corpo. Esse treino passa por quatro etapas: primeiro, prestar atenção na respiração; depois focar nas partes do corpo; observar os estados mentais e por fim, os pensamentos. A ideia é começar com dez minutos diários e evoluir aos poucos, sem se cobrar.

Meu primeiro desafio foi conseguir manter a postura ereta durante os vinte e cinco minutos das práticas que realizamos no curso, e me concentrar na respiração, sem pensar na dorzinha nas costas que teimava em me incomodar! rs

Ufa! Sobrevivi à primeira lição!

Ao final dos três dias, fiquei muito feliz porque me desafiei a fazer algo novo, e me senti muito bem, com a cabeça relaxada e revigorada!  Agora é inserir esse hábito na rotina, estou animada!

E você, ficou com vontade de praticar meditação também?

Beijos
                                                                                       

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Porque nunca é tarde para recomeçar...

Olá!
Nossa, como esse ano passou rápido! Tantas mudanças e turbulências na vida política e econômica desse país que parece que não tivemos tempo nem para respirar! Você também se sente assim?

Comecei esse projeto em janeiro desse ano, com a proposta de me dedicar a outros interesses, além do lado profissional (relembre meu primeiro post aqui); no meio do caminho pensei em tratar sobre política e direito em outro espaço (Blog Brasil para principiantes), projeto que não levei à frente, e agora estou de volta ao nosso "Expresso com Chantilly"...

Esse retorno foi inspirado por um blogueiro que descobri esses dias, chamado Matheus de Souza, que escreve sobre empreendedorismo, marketing digital, criatividade e produtividade, e tem uma startup digital em Santa Catarina. Num dos posts do blog, ele fala sobre como é fácil se acomodar e desistir de fazer certas coisas que nos trazem felicidade ou perseguir certos sonhos pelo simples medo do fracasso. E de como o mundo moderno trouxe uma infinidade de recursos através da Internet, aplicativos, redes sociais, que circulam conhecimentos numa velocidade espantosa e permitem a qualquer pessoa tentar qualquer coisa, desde que tenha interesse!

Quer um exemplo básico? Por exemplo, digamos que você nunca cozinhou na vida e resolve fazer um strognoff de frango. É só buscar na internet uma receita, conferir os ingredientes, ver as dicas das pessoas que já testaram a receita nos comentários e voilá, tá pronto o almoço! Já pode se sentir um "super chef"!! rs

Mas me parece que o excesso de informações, tutoriais e dicas, ao invés de auxiliar, muitas vezes se torna paralisante! E, ao invés de ajudar, trava, pois como saber se estou fazendo aquela receita, aquele projeto, aquela viagem, da melhor forma possível? E aí a gente para e deixa ideias maravilhosas irem minguando aos poucos, um pouco do que aconteceu com esse espaço aqui...

Aí me parece que o ideal é resgatar o motivo original pelo qual você se propôs a fazer aquele projeto e continuar, independente de mil receitas de sucesso que existam por aí, pois cada caminho e cada pessoa são únicos, não é mesmo? 

Por isso resolvi voltar, embora o blog seja bastante aleatório e não tenha um escopo definido, como ditam as melhores estratégias de marketing digital, tenho certeza que colocar as ideias que tenho na cabeça no papel vale a pena, pois resgata um hábito antigo que tenho desde pequena, escrever, escrever, escrever! Quem me conhece, sabe que estou falando a verdade! Sempre adorei escrever diários, cartas, cartões de natal, até chegava a pesquisar dizeres para fazer uma mensagem única e especial para a pessoa presenteada.. 

Agora, se isso vai ter algum objetivo, vai virar um livro ou filme, não importa, pois muitas vezes o principal motivador de uma decisão deve ser a resposta à uma única pergunta: isso vai te fazer mais feliz? Penso que de tudo o que falei, nesse mar de informações e escolhas em que vivemos hoje, esse critério pode ajudar a separar aquilo que vale a pena do que não faz mais tanto sentido assim...

Espero que você continue me acompanhando nessa retomada! Bj

sábado, 12 de março de 2016

10 passos para uma casa organizada e uma vida mais feliz

Olá pessoal!

Hoje vou falar do livro da Marie Kondo - "A mágica da arrumação: a arte japonesa de colocar ordem na sua casa e na sua vida", que propõe uma técnica radical de organização para reduzir de forma definitiva tudo aquilo que mantemos em nossas casas e viver uma vida mais feliz.



Mas como fazer essa mágica?

1. Decida ser organizado.
- Descubra qual é a sua motivação para viver em uma casa mais organizada.

2. Dedique um momento único para organizar tudo de uma vez.
- Não adianta arrumar aos poucos, a organização deve ser radical para produzir efeitos.

3. Recolha todos os objetos espalhados pela casa.

4. Separe os objetos por categoria: roupas; livros; papéis; itens variados e itens de apego emocional.
- Não organize as coisas por cômodo, pois é comum guardar as mesmas coisas em lugares diferentes da casa.

5. Descarte tudo aquilo que não te faz feliz.
- Analise cada objeto a partir da seguinte reflexão: manter esse objeto na minha vida me trará alegria ou ele já cumpriu sua função?

6. Mantenha somente aquilo que te representa hoje.
- Mantenha somente aqueles objetos que estão intimamente relacionados aos seus valores e padrão de vida atual.

7. Guarde cada coisa em seu lugar.
- Após descartar aquilo que não lhe faz mais feliz, guarde os objetos remanescentes em locais previamente definidos na casa.

8. Mantenha a organização.
- No dia-a-dia, guarde as coisas imediatamente após seu uso.

9. Valorize aquilo que você tem.

10. Se dedique àquilo que você realmente gosta.
- Manter somente aquilo que nos traz felicidade desperta a consciência dos nossos valores e paixões, e sobra mais tempo e entusiasmo para se dedicar àquilo que realmente gostamos.

Eu adorei as ideias da autora, principalmente porque ela propõe a valorização de cada objeto a partir do seu significado para cada pessoa, ou seja, ter algo só faz sentido se estiver relacionado ao seu estilo de vida e aos seus valores. Em outras palavras, não se deve ter somente para ostentar ou acumular!

Acredito que a mensagem principal  do livro, tão essencial em tempos de excesso de consumo e materialismo, é reduzir, simplificar e valorizar o que temos, para vivermos mais felizes!

Quem diria que ter uma casa e uma vida mais organizada poderiam fazer tanta diferença?

Beijos,